Iate Clube de Guaratuba

Em 23 de julho de 1949 era fundado em Guaratuba o Iate Clube de Guaratuba. Uma sociedade civil, esportiva, destinada a promover e incrementar o esporte de barcos à vela, à motor e a remo, pesca, natação e outros desportos que pudessem na sua prática, concorrer para incentivar a cultura física de seus associados, segundo o Estatuto aprovado na Assembléia Geral realizada em 25 e 26 de fevereiro de 1952.

Um clube que está ligado ao desenvolvimento dessa cidade e que tem as mais lindas praias do litoral do Paraná, belezas naturais e ar puro para se respirar.

Os lances principais da história do clube estão harmonizados com as conquistas guaratubanas, com as pessoas ligadas ao Iate, influindo decisivamente nos escalões da administração estadual para que melhoramentos fossem executados.

Conta a história que em 23 de julho de 1949 aconteceu uma reunião no salão que era chamado de “gaveta”, localizado na Rua Professor Gratulino de Freitas nº 12, com a finalidade de ser criada e fundada uma sociedade recreativa, congregando não só os banhistas, mas também toda a população local.

Participaram desta reunião o Sr. Joaquim da Silva Mafra, na ocasião Prefeito Municipal de Guaratuba, Dr. De Plácido e Silva, Sr. José Muggiati Sobrinho, Sr. Carlos Orlando Loyola, Sr. José Nicolau Abagge, Sr. Armando Blum, Sr. Azis Surugi, Sr. Paulo Saporski, Sr. Augusto Jopert, Sr. Bolivar Camargo Barros, Sr. Arnoldo Belo Galvão, Sr. Ladislau Grzybowki< Sr. Juvêncio Marques, Sr. Miguel Jamur, Sr. Nicolau Jamur Sobrinho, Sr. Máximo Jamu, Sr. Ciro Vilela, Sr. Eloar Merhy, Sr. Ariel Bastos, Sr. Mario Biscaia, Sr. Arnaldo Carnasciali, Sr. Simeão Mafra Pedroso e Sr. Samuel Contim. Todos os presentes aceitaram a ideia como excelente e pelos nomes se é possível verificar o perfeito entrosamento entre os banhistas e os carinhosamente nativos.

Foi levantada a questão para se conseguir um terreno com o intuito de atender as sedes social e esportiva do clube, preferencialmente em frente à Baia de Guaratuba, visto a prática do iatismo. Dr. Plácido e Silva cedeu uma quadra de terreno na Rua Ipiranga, e o Prefeito Joaquim Mafra concordou em doar ao Plácido e Silva igual área de terreno foreira com frente para a praia de banhos, para assim compensa-lo.

O nome aprovado foi o de Iate Clube de Guaratuba, denominação esta que nunca foi alterada.

São Luiz Largo da Carioca

Quando falamos em São Luiz, a referência é feita ao Rei Santo, Luiz IX, neto de Filipe Augusto e avô de Filipe o Belo.

Governou a França de 1226 a 1270.Embora tendo sido o menos conhecido dos reis franceses da Idade Média, o século XIII ficou conhecido como o “Século de São Luiz”. Nascido em Poissy, em 1214, subindo no trono ainda criança, governou sob a tutela de sua mãe, Branca de Castela e a partir de 1242 passou a governar sozinho.

O título de Rei Santo se deve a sua canonização ainda em vida, sagarada pelo Papa Inocencio I sobre este rei, que deve ser conhecido. A fé é uma luz que nos ilumina, nos comunica aos olhos uma potência pela qual compreendemos as coisas como realmente são.

Satisfaz-nos mais que os próprios sentidos, por isso que almas ancoradas na fé, vivem tranquilas, não se perturbam. Onde o orgulho vê dificuldades insoluveis, a fé desvenda as verdades, como se as visse com os olhos corporais.Temos um exemplo frizante dessa conclusão, num fato ocorrido na vida de São Luiz, Rei da França que diariamente assistia a missa, não obstante os muitos trabalhos que o governo do país dele exigia.

Nesse piedoso hábito e na recepção da Santa Comunhão, encontrava luz e forças para governar sabiamente o seu país. Certo dia, em que um sacerdote celebrava a Santa Missa na Capela Real deu-se durante a missa um grande e extraordinário milagre.

Na hora da consagração, ao levantar o sacerdote a Hóstia Sagrada, apareceu nela um lindo menino, visível a todos que estavam presentes.

Aconteceu, porém que nesse dia o Rei não estava na Capela. Então correram imediatamente para lhe comunicar o prodígio e convidá-lo a ir apreciar o que Deus se dignara manifestar. São Luiz, ouvindo o convite, respondeu com calma: ” Chamem os que não tem fé, para ver o milagre, eu, por mim, creio tão firmemente na real presença de Jesus na Santa Hóstia, que não preciso ver milagres.

Sim, estou mais certo pela fé do que se visse Jesus com os meus olhos!” Bem aventurado o cristão que tem fé tão viva quanto tinha São Luiz.

São Luiz. Comandou as Cruzadas para a Terra Santa, acometido pela peste, morrendo em Túnis no dia 25 de agosto de 1270 com 56 anos de idade. Data onde comemora-se o Dia do Padroeiro em nossa cidade.

Chegou em Guaratuba em 27 de dezembro de 1818. A digna imagem foi dada para a povoação de Guaratuba pelo ilustríssimo Capitão Manoel de Miranda Coutinho, que à suas custas mandou vir da cidade da Bahia.

Edifício São Luiz de Guaratuba da Marinha

Aí está o majestoso Edifício São Luiz de Guaratuba da Marinha.

Antes a Cadeia Antiga, depois em 1947 inaugurado com Paço Municipal. Uma obra de arte belíssima que guardava em suas paredes histórias, lendas, presenças marcantes como a de Davi Carneiro, Moyses Lupion, Gratulino de Freitas, Joaquim da Silva Mafra, Orlando Bevervanso que assistiu desolado tudo ruir na catastrofe de 1968, e tantos outros baluartes que contribuíram com o progresso desta terra querida dos pássaros Guarás e dos Índios Carijós. 244 anos se passaram e sob o manto da Virgem do Bom Sucesso Guaratuba continua altiva, radiante, ainda por muitos e muitos anos. O muro de arrimo construído em 1955 não resistiu as aguas da baia e sucumbiu deixando registrado para a história lembranças que são a cada dia revividas em documentários, entrevistas e bate papos com os moradores mais antigos da cidade.

João Todeschini

João Todeschini ainda jovem contraiu matrimônio com Luiza Bianchezzi em 21 de julho de 1906.

De família tradicional, proprietários da conceituada Empresa Todeschini tinham como lugar preferido para descansar nas férias a nossa querida cidade de Guaratuba/PR, visitando-a pela primeira vez no ano de 1928, hospedando-se na Pensão Antonieta, única existente, e na qual ficavam as poucas famílias que tinham coragem de se deslocar para a Vila de Guaratuba.

No início de 1930, João mandou construir uma casa de madeira na rua principal, hoje Av. 29 de Abril, constituindo-se na primeira residência de banhista em Guaratuba. Todo o material da construção, executada por amigos seus de Curitiba, foi enviada da Capital por meio de Trem até Paranaguá, e de barco até a baia de Guaratuba.

Em junho do mesmo ano aconteceu a festiva inauguração da moradia.

“Obs: sou muito grata pela entrevista realizada com membros da Família Todeschini quando estive frente a Casa de Cultura de Guaratuba. Ouvir cada palavra a respeito foi emocionante, fazendo-me transportar num túnel do tempo, para reviver tão importantes momentos.(Rocio)”

Guaratuba no Centenário Brasileiro

Aproximava-se o dia 7 de setembro de 1922, o Presidente Dr. Epitácio Pessoa, preparava a Nação para festejar condignamente o dia de nossa emancipação política. O Brasil completava nesse dia cem anos que se havia tornado independente de Portugal com o grito da Independência lançado às margens do Rio Ipiranga em São Paulo, pelo Imperador D. Pedro I. Guaratuba não podia ver passar despercebida a data magna, quando a Pátria toda estremecia de entusiasmo pelo desejo de comemorar o seu primeiro centenário de emancipação.

Os professores de então Srs. Gratulino de Freitas e Antonio de Souza Miranda, dirigiram o movimento pró comemoração do centenário, com o apoio do Sr. Prefeito Municipal Sr. João Pedro de Souza, demais autoridades e o povo em geral que não faltaram com o seu concurso para o maior brilho que deviam apresentar nesse dia os festejos cívicos em nossa Vila. Um marco então foi erguido com três metros e meio de altura, tinha no seu topo um mastro de ferro onde foi hasteado o Pavilhão Nacional, e nas suas paredes duas pedras mármore gravavam os nomes das autoridades locais e demais pessoas representativas, bem como de personagens de alta expressão na vida política do país.

No seu alicerce foram colocados jornais do Rio e do Estado, bem como moedas, e um litro de certa bebida apreciável…” Texto extraído do Livro de Joaquim da Silva Mafra-História do Município de Guaratuba. Segundo relato de algumas pessoas mais antigas da cidade, este monumento ficou instalado no centro da Praça Central de Guaratuba até 1955, quando o Prefeito Municipal Miguel Jamur(in memoriam) inaugurou a Praça e construiu outro marco menor para abrigar as documentações contidas no anterior, e com a mudança dos marcos muita coisa extraviou.

O que foi recolhido foi entregue para a Prefeitura de Guaratuba que quando aconteceu a catástrofe de setembro de 1968, tudo foi engolido pelas águas, ficando a história da cidade, do seu povo, da sua fundação, tudo submerso.

Espero ter sido de valia esta explicação querida Nicolle Anderson, e quanto a palavra BRAZIL estar escrita com “Z” no segundo monumento que até hoje acha-se instalado na Praça Central, pode ter sido um erro de ortografia ou a ortografia da época…Um abraço.

 

Por que a 1ª praça de Guaratuba recebeu o nome de “Alexandre Mafra”?

Quando Guaratuba foi fundada no ano de 1771, o campo aberto em frente a Igrejinha bicentenária acolhia não apenas os moradores da Vila, mas também todos que atracavam suas canoas, ou seus batelões na rua da praia – Marco Zero da cidade, lotados com as famílias oriundas das áreas rurais. Era uma festa, uma alegria sem tamanho vir para a Vila. Aqui chegando encontravam um campo amplo todo coberto pelo tapete verdinho da grama ainda orvalhada. Cabritos, cabras e cavalos se encarregavam de preservar aparados todos os cantos, alimentando-se incansavelmente da vegetação rasteira.

Naquela época o local era palco de memoráveis “Peladas”, quando os jovens se reuniam formando times de futebol compostos de 15 a 20 jogadores para cada lado. Havia em frente a igrejinha o monumento da Santa Cruz, que hoje foi transferido para o lado da mesma, e ali em frente aconteciam então as escolhas dos times.

Contaram-me os mais antigos que o sacristão quando acompanhava o movimento dos atletas, se apressava para encostar as enormes portas da igrejinha evitando que uma bola atingisse algumas das poucas imagens dos Santos ali existentes. Muitas vezes bronqueava com todos, mas a rapaziada se fazia presente nas missas e acabava ficando tudo bem.

Participavam das “Peladas” até o Delegado de Polícia acompanhado de seu subalterno, e como em todas as competições alguns nomes sempre eram destaques, tornando-se presenças indispensáveis nos jogos: Elisio Slveira conhecido por Seu Nenê, Nozor Siqueira, Mario Correia o Tatu, Beneval Correia que saiu de Guaratuba e chegou a jogar no Coritiba Futebol Clube, o Osni, Odilon Mafra de Souza, dono da Sorveteria Bom Sucesso, Luiz Cunha Silveira, mais conhecido como “Luizinho Cadedéia”, que em 17 de fevereiro de 2013 ganhou um belo Busto em sua homenagem com o título de “Eterno Seresteiro de Guaratuba”, pois possuía um vasto repertório musical, não deixando de registrar é claro que dava preferência a valsa “Saudades de Guaratuba”.

Uma valsa composta em forma de boêmia e anárquica, com letra escrita pelo Dr. Darley e a música encaixada uns cinco anos depois…parte pelo Maestro Bento Mussurunga e outra pelo grande Maestro Zilly, e os mais nativos. Também eram destaques o Nézinho Silveira, Airton e Murilo Carvalho, Cartucho, Cide o bom de bola, Nininho, Antonio Marques da Rocha, Baldino, o Parmas que jogava no Corinthians e foi muito bem vindo ao time, quando veio morar por dois anos em Guaratuba.Tinha também o Pedro das Caieiras, o Benjamim Padilha mais conhecido por “Velho Bejo”, o Torrão e o Amélio Souza que era o mais novinho da turma.Em 1922, ano do Centenário da Independência quando o Brasil completava 100 Anos que se havia tornado independente de Portugal, o Prefeito Municipal Sr. João Pedro de Souza, demais autoridades e a população existente na época, previamente mandaram construir no centro do campo, o Marco da Independência. Possuía o mesmo 3 metros e meio de altura, assinalando para a posteridade a comemoração de tão festiva data.

De 1952 a 1955 foi eleito em seu 1º Mandato, o Sr. Miguel Jamur como Prefeito de Guaratuba. Atendendo uma solicitação do então Vereador Odilon Mafra de Souza , mandou projetar e construir a !ª Praça da Vila de Guaratuba. Em um breve bate papo com seu Miguel, me disse que estava em análise e que sua vontade era de também nesta ocasião instalar no Morro do Brejatuba o Busto do fundador da cidade Cel. Afonso Botelho de São Payo e Souza. Seu Miguel então deu nova forma a ao campo transformando-o em Praça. Mandou plantar palmeiras, fazer canteiros, preservar uma ou outra arvore já existente, instalou alguns bancos. Também mandou construir alguns degraus de acesso a Igrejinha e uma parte do calçamento. Por último me disse que a Praça iria denominar-se “Alexandre da Silva Mafra” em homenagem a um ilustre amigo de seu pai Máximo Jamur.Alexandre da Silva Mafra, ilustre varão da Família Mafra era filho legítimo de João da Silva Mafra e Anna Mafra de Miranda. Contraiu matrimônio com Carolina Mafra. Aqui construiu sua história.

Destacamos que no outro lado da Baia, na ramificação da Serra do Mar onde nascem as cachoeiras, o solo sempre foi propício para o plantio do arroz. Por esta razão encontravam-se instalados diversos Engenhos nessa Cordilheira. Citamos dois que ficavam na localidade da Prainha, sendo que ambos eram movidos por uma única cachoeira: um deles era de propriedade do Sr. Manoel Antonio Pereira Batista e o outro do Capitão Joaquim da Costa Braga. Um outro denominado de Engenho da Ribeira cuja cordilheira nascia no Morro do Tanguá pertencia ao “Major Alexandre da Silva Mafra”. Todos funcionavam em casas de madeira cobertas com telhas goivas fabricadas na localidade do Cabaraquara. Registra a história que Alexandre da Silva Mafra saiu do trapiche que existia em frente a Cadeia Velha na baia de Guaratuba, com um grande carregamento de arroz e aguardente.

Era ainda madrugada do dia 09 de outubro de 1922 quando o seu “Cuter Rio Itimirim” veio sofrer avarias ao entrar na baia da Galheta em Paranaguá. Devido o mar grosso estar agitado pelos fortes ventos que vinham do Sul, a embarcação foi arrastada pelas águas perecendo afogado seu ajudante Luiz Vicente de Castro, conhecido pela alcunha de “Vidoca”.

Em 27 de outubro de 1906 pelo Decreto de 16 de outubro do mesmo ano, Alexandre da Silva Mafra recebeu do 1º Vice Presidente do Estado Dr. João Candido Ferreira a nomeação para Prefeito Municipal de Guaratuba.

Em 05 de maio de 1912 o Presidente da república dos Estados Unidos do Brasil nomeou Alexandre da Silva Mafra para o Posto de Major Fiscal do 1º Regimento de Artilharia de Campanha da Guarda Nacional. da Comarca de Paranaguá – Estado do Paraná.

Em 05 de dezembro de 1917 foi nomeado Ajudante de Procurador da República de Guaratuba – Secção do Paraná, pelo então Presidente da República.

Em 30 de Abril de 1931 o General Interventor Federal do Estado do Paraná nomeou Alexandre da Silva Mafra, Prefeito Municipal de Guaratuba, pelo Decreto nº 928 de 17 de abril de 1931. Pelas razões citadas e por outras mais é que o Sr. Miguel Jamur prestou a distinta homenagem ao senhor Alexandre Mafra denominando com seu nome a primeira Praça de Guaratuba. Local onde os guaratubanos viveram grandes e inesquecíveis momentos de suas vidas. Ao cair das tardes as famílias reuniam-se para conversar, ouvir serenatas, encontrar com amigos. Muitas vezes uma fogueira era acesa com alguns gravetos garantindo que a fumaça espantasse os mosquitos.

Durante as festas em louvor a Padroeira Nossa senhora do Bom Sucesso e ao Divino Espírito Santo aconteciam os leilões cantados pelo conhecido “Joaquim Jorge”, cujas prendas eram patos, galinhas e coisas do gênero. Mais do que boas lembranças do passado, a Praça Alexandre Mafra guarda homenagens a homens ilustres e benfeitores do município, como Manoel Ribas e Moyses Lupion, que em 24 de agosto do ano de 1948 dava entrada nesta cidade com a sua primeira comitiva governamental, sendo ele o responsável pelo início da abertura e construção da 1ª estrada Guaratuba/Garuva e cujos Bustos ganharam destaques no Logradouro e o respeito e a admiração do povo guaratubano.

No ano de 1969, mesmo antes da temporada de Páscoa, os muitos turistas que vieram à Guaratuba tiveram a oportunidade de se encantar com a nova iluminação toda a vapor de mercúrio, que foi implantada na praça. Antes existiam 14 postes com lâmpadas comuns de 100 velas. A partir da mudança foram instalados mais 15 postes com nova estética, cada um com lâmpadas de mercúrio de 250 velas, e bem no centro da praça, um poste principal contendo seis braços, cada um com uma luminária de 250 velas. O modelo foi copiado da Praça do Japão de Curitiba, sendo visto e aprovado pelo Prefeito. Foram instalados mais 25 bancos, possuindo pés de cimento e encosto de madeira. Foi contratado nessa época um jardineiro permanente que mantinha a praça sempre em ótimas condições de beleza, ornada com canteiros, flores, bem cuidada e bem iluminada.

Em 29 de abril de 1986 na programação festiva do aniversário da cidade, a Praça Alexandre Mafra foi reformada pela Firma J.Malucelli, com os poderes públicos até onde se tomou conhecimento, nada gastando nesse trabalho, pois foi realizado um acordo entre o Empresário e Diretor da TV Canal 12 e Gazeta do Povo, Dr. Francisco Cunha Pereira Filho.

A praça sempre foi a “Menina do Olhos” não apenas dos nativos, mas também dos turistas que ainda hoje apreciam o delicioso sorvete da Bom Sucesso, as comemorações cívicas acontecidas com o hasteamento das Bandeiras no Pavilhão Nacional antes instalado no centro da mesma.

A partir da Festa do Divino do Casal Júlio e Valéria a praça passou a ser utilizada para instalações de barracas ao seu redor. A feirinha de Artesanato, os Autos de Natal, as cantorias , serenatas, encontros de jovens enamorados e muitas outras atrações marcam a história dos 61 anos de existência deste logradouro tão importante para a cidade de Guaratuba que neste 29 de Abril de 2016 estará festejando seus 245 anos de fundação. Muitas foram as melhorias realizadas, como reformas, mudanças de canteiros, paisagismo e outras transformações que deixam registrados na memória do povo hospitaleiro que aqui residem ou visitam um dos pontos turísticos mais frequentados de Guaratuba.

A beleza da arquitetura da Igreja Matriz construída para a fundação da cidade é parte integrante da praça.