Exposição arqueológica sobre a catástrofe de 1968 na Baía de Guaratuba

A exposição “Arqueologia: vestígios da catástrofe de 1968, Baía de Guaratuba”, está recebendo grupos de visitação mediada. Na quarta-feira quem conferiu de perto o material arqueológico que conta um pouco da história guaratubana, desde os primeiros habitantes até a segunda metade do séc. XX e, mais especificamente no ano de 1968, com o episódio do afundamento de parte do centro, a Rua da Praia, as margens da baía, foi a equipe pedagógica do CMEI Josefa Lopes dos Santos (Coroados) e do CMEI Pingo de Gente (Cohapar). Já nesta quinta-feira foram as turmas da Escola Municipal Moisés Lupion. 

Os mediadores das visitações foram o acadêmico de História da Faculdade Uninter, Jonas, as Amiguinhas do Turismo, Isadora e Eduarda, e a servidora Paola Saporski. O servidor pesquisador da História de Guaratuba, Mário Natalino, também compartilhou seu conhecimento sobre o desastre. 

O acervo de peças é do professor pesquisador da UFPR – Litoral, doutorando na área de Arqueozoologia, Marcos de Vasconcellos Gernet.

A exposição faz parte das celebrações dos 250 anos de Guaratuba. A Secretaria da Cultura e do Turismo é a promotora do evento, com apoio do Instituto Guaju e das secretarias do Meio Ambiente e da Educação.

Serviço:

Até o dia 30 de setembro (exceto domingos)

Local: Casa da Cultura, em frente à Praça dos Namorados.

Horário: Segunda a sexta-feira – 8h às 11h30 / 13h30 às 17h. Sábado: 14h às 19h.

Entrada gratuita

#Guaratuba250anos

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